Sentença imposta pelo Tribunal do Júri do Rio é vista como resposta contundente à audácia do crime organizado no Centro da capital.
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Justiça condena executores de advogado morto em frente à OAB-RJ; penas somam 30 anos
Sentença do Tribunal do Júri pune responsáveis pela morte de Rodrigo Marinho Crespo, assassinado em plena luz do dia no Centro da capital.
RIO DE JANEIRO – O Tribunal do Júri do Rio de Janeiro condenou, nesta semana, os envolvidos no assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo. As penas aplicadas chegam a 30 anos de reclusão em regime inicialmente fechado. O crime, ocorrido em fevereiro de 2024 na Avenida Marechal Câmara, chocou o setor jurídico por ter sido executado a poucos metros da sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ).
O Crime e a Investigação
Rodrigo Crespo foi morto com diversos disparos enquanto saía do escritório para almoçar. A investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apontou que o crime foi meticulosamente planejado, envolvendo monitoramento prévio da rotina da vítima. A motivação, embora complexa, foi vinculada à atuação profissional do advogado.
Durante o julgamento, o Ministério Público (MPRJ) sustentou as qualificadoras de motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Os jurados acataram a tese da acusação, reafirmando a periculosidade da ação realizada em uma das vias mais movimentadas do Rio de Janeiro.
Repercussão e Rigor
A sentença foi recebida por representantes da classe como um alento contra a sensação de impunidade que paira sobre crimes de mando no estado. Para a OAB-RJ, o desfecho judicial é essencial para garantir a segurança dos profissionais no exercício da função.
“Esta condenação não apenas pune os culpados, mas estabelece um limite institucional. O Estado reafirma que a violência não pode ser o método para calar a advocacia fluminense”, afirmou um porta-voz da assistência de acusação após a leitura do veredito.
Fonte: EBC










