Campos lança pedra fundamental do CEASCAM e projeta 50 mil empregos na região

O prefeito Wladimir Garotinho e o vice-prefeito Frederico Paes oficializam, às 15h desta quarta-feira (25), o lançamento da pedra fundamental do CEASCAM (Central de Abastecimento e Segurança Alimentar de Campos). O evento ocorre na Avenida Carlos Alberto Chebabe, no Parque Bela Vista, marcando o compromisso com a construção de um entreposto estratégico para a logística do agronegócio entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. Com investimento total estimado em R$ 55 milhões, a etapa inicial contará com R$ 12 milhões — sendo R$ 3,5 milhões de contrapartida municipal e o restante proveniente do Governo Federal via Ministério da Agricultura.A viabilização deste complexo é fruto de um planejamento técnico que atravessa oito anos de maturação, consolidando-se como um projeto feito por muitas mãos. O Secretário Municipal de Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Alfredo Dieguez, que acompanha a jornada desde 2018, ressalta que a conquista é resultado de um esforço coletivo liderado por figuras fundamentais. A idealização do projeto partiu do vereador Nildo Cardoso, então Secretário de Agricultura à época da concepção, descrito por Dieguez como o grande entusiasta que impulsionou a ideia quando ela ainda era apenas um plano no papel. Somando-se a esse esforço, o secretário destaca o papel técnico de Maurício Nani, seu ex-chefe de gabinete falecido em 2024, que foi o braço direito na organização e estruturação detalhada do complexo.O CEASCAM diferencia-se das centrais convencionais pela adoção de conceitos da Agricultura 4.0, com foco em rastreabilidade e rigor sanitário. Um dos pilares inovadores é a unidade de higienização de caixaria, que permitirá a esterilização de embalagens, eliminando o uso de engradados de madeira e elevando o padrão de qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor final. Essa infraestrutura visa transformar a realidade de milhares de produtores locais, facilitando o escoamento direto para os mercados do Rio, Espírito Santo e Minas Gerais.Além do impacto logístico, a expectativa de fomento econômico é de larga escala, com a estimativa de gerar entre 4 a 5 mil ocupações diretas imediatas, podendo atingir 50 mil empregos na região em uma década. O compromisso com a inclusão regional também está presente na criação da Pedra Baixa, um espaço modular específico para que a agricultura familiar comercialize sua safra com custos reduzidos. Consolidando-se como um verdadeiro hub de negócios, o planejamento prevê ainda áreas para agências bancárias, concessionárias de veículos pesados e lojas de implementos agrícolas, tornando Campos o principal centro de comercialização do Norte e Noroeste Fluminense.

Fonte: Redação Norte+

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